Como o macaco gosta de banana
Por José Cid(introdução assobiada)
A minha palmeira é muito porreira eu sei
Mas no meu deserto tu foste o oásis que achei
Tu ficas louquinha quando tiro a casca à banana
Ficas tão tontinha que a tua cauda abana.[Refrão]:
Como o macaco gosta de banana eu gosto de ti (de banaaana!)
Escondi um cacho debaixo da cama e comi comi (de banaaana!)
Minha macaca gira e bacana
O teu focinho é que não me engana
Pois se a macaca gosta de banana tu gostas de mim
Como o macaco gosta de banana eu gosto de tiiiiii(momento assobiado)
Um orangotango transformou um tango num rock
É a nova moda que põe Portugal em amok
Quem foi ao ataque foi o chimpanzé e o saguini
Minha macaquinha, estão apanhadinhos por ti (iii, iii, iii…)(refrão)
(mais uma assobiadela)
(da capo al fine)
Contra as indicações dos neurologistas, que não recomendam mais de trinta segundos por dia de exposição de José Cid, escutei esta música para a transcrever aqui no meu diário. Só por isto já revelei bravura bastante para uma Medalha de Valor Militar.
Era minha intenção para hoje trazer aqui esta letra do José Cid para a comentar. Mas logo me deparei com a falta de vocabulário no léxico português para a descrever.
Por isso decidi criar uma palavra nova. E hoje o neologismo que trago é…
José-cidismo
s. m. contracção por justaposição de José+Cid.
1. Elocução de frases ou ideias ilógicas;
2. Militância ou defesa de argumentos sem sustentação;
3. Situação surreal e sem graça;
Gíria popular: baboseira;
Gíria informática: defeito lógico no código-fonte de um programa informático.
Situações de uso:
«Isto é um caso de lavar os dentes a pardais, passe o josé-cidismo»;
«O senhor doutor vai-me desculpar, mas esse argumento é um autêntico josé-cidismo»;
«Estive a tarde toda a saltar de repartição em repartição num josé-cidismo interminável»;
«Devias actualizar o Windows. A nova versão traz imensas correcções de josé-cidismos que criavam conflitos no computador».
josé cid no best!!!
hehehe….ja ta no meu vocabulario
oiii
naum entendi nd
Dresley, tente encontrar um disco de José Cid numa loja de discos. É um cantor incompreendido por alguns, de mérito reconhecido para outros. No fim da década de 70, ficou à frente de Elton John, num histórico festival de canções em Tóquio, no Japão. A letra citada nesta entrada deste diário diz respeito a uma canção que não é para levar a sério, que foi regravada por uma banda brasileira, com grande sucesso, nos anos 80.
Caro sr. Anti-Cid,
Mudei de ideias em Abril a respeito de José Cid, ao ouvir pela primeira vez um dos seus discos (algo que também lhe recomendo que faça um destes dias). Acredito agora, por muitas sólidas razões, que José Cid devia ser fuzilado e por isso entendo melhor a sua dedicação a uma causa que muitos julgam perdida, e que é o combate à epidemia de mau gosto que se tem espalhado em Portugal desde a revolução dos (es)cravos.
Continuo, apesar disso, a achar que o sr. é uma besta, algo que espero que mude lá para Maio ou Junho, quando ler um dos seus posts até mais de metade. Até lá não me posso despedir senão com desprezo, mas tentarei que seja um desprezo suave, quase estival, mais ou menos como o que me leva a não ver o Circo das Celebridades.
E já viram o Cid nú? quer dizer, com o disco à frente, numa posição que, por querer chegar ao erotismo, enoja pelas peles que sobram por aquelas bandas…..
Lhacccccccc!!!
Muito bom post!!
eh eh… tá giro!
O José Cid e uma lenda, é a mãe do rock português, é fantastico merecia um lugar no panteão nacional, se bem que concordo com ponto feito neste “Neologismo do dia”
o jose cid é um senhor…
e a banana é um pedaço de magia… n tentem perceber a genialidade d tal façanha.. o sentido é n ter sentido e isso eleva-a a proporçoes epicas!!!