Palmas já ele recebia, agora recebeu a Palme d’Or. É com esta piada parva que recordo que foi no dia 19 que o nosso realizador, que também é história do cinema, recebeu o grande prémio do Festival de Cannes. E, nas palavras do próprio, recebeu-o da melhor forma: sem competição com os seus colegas realizadores.
Retirei do sítio do Festival um excerto da cerimónia, onde podemos ouvir o próprio Manoel num francês pior que o meu (será que eu poderia ser melhor que ele também noutros domínios como, digamos, realizar?), numa cerimónia não tão profissional assim, a ler um texto que é tão giro que desculpa tudo o resto.
Bonito trocadilho… :p