Economia nudista

Quando nos acaba o champô no chuveiro, isso não costuma ser uma coisa trágica. Apertando-o energicamente umas quantas vezes, e lá conseguimos que seja cuspido para a mão uma porção significativa de champô.

E se no dia seguinte, já dentro do chuveiro, descobrirmos que nos esquecemos outra vez de comprar champô, então ainda temos a solução de apontar o jacto de água para dentro do frasco, agitá-lo para apanhar todos os restos de creme residentes no interior, e despejar o conteúdo directamente para cima da cabeça para que não se perca nem um bocadinho. Isso, estranhamente, é sempre mais que suficiente para fazer bastante espuma e resultar num cabelo bem lavado.

Essa estranheza prolonga-se naquela questão que surge daí, de que não estaremos nós a usar demasiado champô durante o resto do tempo?

6 thoughts on “Economia nudista

  1. Boa! Era o que eu dizia aos meus filhos … e faço sempre isso … depois de vários anos de experiência, práticamente quase não compro shampoo … bem o cabelo também já não é muito … mas poupa-se uma pipa de “massa” que a “mais que tudo” aproveita para “experimentar” novos shampoos! … (agora a sério: o seu artigo é uma pérola de sabedoria porque os orifícios das embalagens são enormes! Mesmo a calhar para se gastar mais do que se necessita, senão “os coitados” não vendiam!)

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