Quando nos acaba o champô no chuveiro, isso não costuma ser uma coisa trágica. Apertando-o energicamente umas quantas vezes, e lá conseguimos que seja cuspido para a mão uma porção significativa de champô.
E se no dia seguinte, já dentro do chuveiro, descobrirmos que nos esquecemos outra vez de comprar champô, então ainda temos a solução de apontar o jacto de água para dentro do frasco, agitá-lo para apanhar todos os restos de creme residentes no interior, e despejar o conteúdo directamente para cima da cabeça para que não se perca nem um bocadinho. Isso, estranhamente, é sempre mais que suficiente para fazer bastante espuma e resultar num cabelo bem lavado.
Essa estranheza prolonga-se naquela questão que surge daí, de que não estaremos nós a usar demasiado champô durante o resto do tempo?
Boa questão! Dá que pensar…
Como em quase tudo…
Ora aí está uma boa pergunta…
Não esperava ideias destas vindas de ti. Mais parece conversa de “esquerdalha”.
nem mais!!!!! sucede-me exactamente o mesmo!
Boa! Era o que eu dizia aos meus filhos … e faço sempre isso … depois de vários anos de experiência, práticamente quase não compro shampoo … bem o cabelo também já não é muito … mas poupa-se uma pipa de “massa” que a “mais que tudo” aproveita para “experimentar” novos shampoos! … (agora a sério: o seu artigo é uma pérola de sabedoria porque os orifícios das embalagens são enormes! Mesmo a calhar para se gastar mais do que se necessita, senão “os coitados” não vendiam!)