O caminho do minimalismo, material e pessoal, parece ser deixar de ter medo da hipótese da saudade.
Conservamos objectos e contactos pelo receio de no futuro virmos a precisar deles para suportar a nostalgia.
O caminho do minimalismo, na vida como na arte, parece mesmo ser não recear a falta do que não falta.
Deitar fora todos os objectos fetiche, não mais que recordações de si mesmos. Apagar nomes das agendas, mensageria instantânea, redes sociais. Deixar apenas o que deles ficar na memória. E seguir.
Só pelo minimalismo, parafraseando a máxima do movimento artístico, nos podemos maximizar.
“O caminho do minimalismo”… chama-se Saudade…